06/05/2014

Cientistas descobriram que mosquistos infectados pelo parasita responsável pela malária ficam muito mais sensíveis ao cheiro humano. Ao invés de seguir normalmente sua vida procurando pelos vários sangues que gostam, eles procuram o nosso três vezes mais do que o normal. Citando a mim mesmo ali em cima: “se tornam máquinas de perseguir humanos, sedento por seu líquido essencial —-> o sangue.”

Essa descoberta talvez pareça pouca coisa, mas é mais um passo no entendimento da doença que, segundo a Organização Mundial da Saúde, atingiu 219 milhões de pessoas em 2010, matando 660 mil delas. 90% dessas mortes em continente africano. #Kronos

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